quinta-feira, 20 de junho de 2013

PLANO DE AULA

Plano de aula elaborado pelo grupo 6 da turma 304 do curso de formação de professores Melhor Gestão Melhor Ensino - 1ª edição - 2013.



PLANO DE AULA DE MATEMÁTICA

Ano/Série:
9º ano/8ª série do Ensino Fundamental II
1º bimestre
Tempo previsto:
04 (quatro) semanas
Tema:
Número e operações.
Conteúdos:
  • Conjuntos numéricos;
  • Números racionais em suas diversas formas (decimal, fração, dízima periódica);
  • Potenciação e radiciação;
  • Resolução de situações-problemas que envolvam as quatro operações básicas, além de potencias e raízes, com números racionais;
Habilidades desenvolvidas
·         H01: Reconhecer as diferentes representações de um número;
·         H02: Identificar fração como representação que pode estar associada a diferentes significados;
·         H03:Reconhecer as representações decimais dos números racionais como uma extensão do sistema de numeração decimal, identificando a existência de “ordens” como décimos, centésimos e milésimos;
·         H10: Efetuar cálculos que envolvam operações com números racionais (adição, subtração, multiplicação, divisão, potenciação – expoentes inteiros, radiciação);
·         H15: Resolver problemas com números racionais que envolvam as operações (adição, subtração, multiplicação, divisão, potenciação e radiciação);
·         H16: Resolver problemas que envolvam porcentagem.

Estratégia:
·         Para dar início a esse estudo será feito na oralidade questionamento como: “Quais os números que vocês conhecem?”, “Onde são utilizados esses números?”. As respostas serão escritas na lousa e em seguida faremos uma seleção das respostas que nos interessaram, enfatizando as frações, que serão mencionadas. Nesse instante faremos um breve relato histórico sobre a importância das frações, desde as antigas civilizações, como na divisão de terras e seus a usos nas comparações de medida.
·         Fazer suas representações gráficas na reta numérica para ilustras suas posições. Deixar claro que entre um número e outra temos infinitos números.
·         Levar o aluno a perceber que a ideia de fração não está apenas na divisão ou na parte/todo e todo/parte, mas também em outras dimensões, como razão, porcentagem e número misto.
·         Por meio de situações-problemas levar o aluno a ler corretamente, elencando os pontos relevantes, fazendo interpretação da situação e em seguida fazendo uso dos cálculos devidos.
  • Representar os conjuntos numéricos (naturais, inteiros, racionais, irracionais e reais) através de diagramas, reconhecendo as características e propriedades de cada um.
  • Retomar as ideias das representações numéricas: número inteiro, número decimal, número fracionário e verificar que todos podem ser representações de um mesmo número.
  • Retomar os conhecimentos  sobre potenciação e radiciação, aprofundando-se em raízes nãos exatas e em potências com base racional ou com expoentes negativos.
  • Resolver situações-problemas que façam necessário o uso de potências e raízes, verificando muitas vezes uma solução irracional, especialmente nos exercícios que envolvem geometria, como π ou √2.
Objetivos:
  • Diferenciar cada tipo de número: natural, inteiro, racional irracional e real;
  • Reconhecer a fração como uma forma de número racional;
  • Reconhecer que um mesmo número possui diversas maneiras de ser representado;
  • Operar potências e raízes, bem como operar com números racionais;
  • Traduzir enunciados para a linguagem matemática, resultando nas operações acima descritas, e resolvê-las para se solucionar a situação-problema;
  • Desenvolver a competência leitora e escritora, através de textos e enunciados.
Atividades:
·         Lista de situações-problemas para resolução em grupos, para que ideias, procedimentos e estratégias diferentes possam ser discutidos entre os alunos;
·         Leitura e interpretação de textos que apresentam relação com os conteúdos matemáticos trabalhados;
·         Fazer estudo da história da matemática, com narrativas do desenvolvimento e evolução do uso da matemática ao longo da história humana.
Avaliação:
Contínua e processual, com verificação da participação nas atividades desenvolvidas dentro e fora da sala de aula. Desenvolvimento da resolução de situações-problemas, mas aplicação do conteúdo relacionado.
Recuperação:
Atividades de reforço, com exercícios adicionais direcionados conforme as dificuldades apresentadas. O tempo previsto pode variar conforme a evolução ou dificuldade de cada turma.

sábado, 15 de junho de 2013

Para nossos alunos queridos pensarem um pouco!!!

Epitáfio de Diofanto - Fonte: Matemática Divertida e Curiosa (Malba Tahan)

Um problema da antologia grega apresentado sob a forma curiosa de epitáfio: "Eis o túmulo que encerra Diofanto — maravilha de contemplar! Com um artifício aritmético a pedra ensina a sua idade:" "Deus concedeu-lhe passar a sexta parte de sua vida na juventude; um duodécimo na adolescência; um sétimo, em seguida, foi passado num casamento estéril. Decorreram mais cinco anos, depois do que lhe nasceu um filho. Mas esse filho — desgraçado e, no entanto, bem amado! — apenas tinha atingido a metade da idade de seu pai e morreu. Quatro anos ainda, mitigando a própria dor com o estudo da ciência dos números, passou-os Diofanto, antes de chegar ao termo de sua existência."

Em linguagem algébrica, o epigrama da antologia seria traduzido pela seguinte equação do 1º grau:

x/6 + x/12 + x/7 + 5 + x/2 + 4 = x

na qual x representa o número de anos que viveu Diofanto.

sexta-feira, 14 de junho de 2013

A literatura nas aulas de matemática
Já há algum tempo, se fala em integrar a literatura nas aulas de matemática, pois além da contribuição com a formação do leitor e do escritor ela representa uma mudança no ensino da matemática.  Em atividades deste tipo, os alunos não aprendem primeiro a matemática para depois aplicar na história, mas exploram a matemática e a história ao mesmo tempo.
Instigado pelo texto, o leitor volta a ele muitas vezes para acrescentar outras expectativas, percepções e experiências. Dessa forma, a história contribui para que os alunos aprendam e façam matemática, assim como explorem lugares, características e acontecimentos na história, o que permite que habilidades matemáticas e de linguagem desenvolvam-se juntas, enquanto os alunos lêem, escrevem e conversam sobre as idéias matemáticas que vão aparecendo ao longo da leitura.
Através da conexão entre literatura e matemática, o professor pode criar situações na sala de aula que encorajem os alunos a compreenderem e se familiarizarem mais com a linguagem matemática, estabelecendo ligações cognitivas entre a linguagem materna, conceitos da vida real e a linguagem matemática formal, dando oportunidades para eles escreverem e falarem sobre o vocabulário matemático, além de desenvolverem habilidades de formulação e resolução de problemas enquanto desenvolvem noções e conceitos matemáticos.
(Interpretado a partir do livro Matemática e Literatura infantil – Kátia Stocco Smole e outras – Editora Lê – 1999)

O prazer da Leitura


Sou uma leitora assídua e acredito no hábito da leitura  como um ato de liberdade, de crescimento individual e social, além de proporcionar momentos de prazer .

domingo, 9 de junho de 2013

 

Reflexão sobre o Ensino da Matemática


O maior empecilho que encontro hoje em minhas aulas é a dificuldade dos alunos em ler e interpretar situações-problema; o processo de ensino-aprendizagem deveria se preocupar mais em propor situações didáticas para que o aprendente tenha que usar mais a leitura que a escrita, Marcuschi (2008, p. 236) nos diz que, "para compreender bem um texto exige-se habilidade, interação e trabalho”, pois a Matemática é uma disciplina que deve estar ligada com todas as outras.
 
Em Matemática, nós professores devemos utilizar gráficos, tabelas e símbolos,  que devemos fazer uma leitura e interpretação correta, para haver  aprendizagem significativa deve-se levar em conta os aspectos culturais, sociais e históricos dos alunos, e também  estar cientes que devemos ensinar a matemática por meio da motivação, do interesse, da curiosidade do espírito investigativo , para  proporcionamos a eles "o uso dos conhecimentos matemáticos na compreensão da realidade e capacidade de resolver problemas no seu cotidiano" (MATO GROSSO, 2010, p. 06). A matemática faz parte do nosso dia-a-dia, usamos em tudo sem perceber que é matemática.. 
 
Referências Bibliográficas
 
MARCUSCHI, Luiz Antônio. A Produção Textual, Análise de Gêneros e Compreensão, Parábola Editorial, 2008 (p. 228 a 281).   
 
MATO GROSSO. Orientações Curriculares: Área de Ciências da Natureza e Matemática. Cuiabá-MT: SEDUC, 2010.  

Experiência com a leitura e escrita

 
Na minha infância e adolescência a leitura e escrita não tiveram muita influência na minha criação, comecei a ter o habito de ler quando estava na faculdade por necessidade, hoje busco ler bastante sobre a minha disciplina Matemática, algumas novas metodologias, novas perspectivas de aulas, projetos. Mas penso que se tivesse sido influenciado na minha infância e adolescência hoje seria diferente, seria um professor leitor  mais assíduo, sempre que leio algo interessante que seja viável aos meus alunos indico para que leiam.
 

sábado, 8 de junho de 2013

Leitura e escrita na matemática.

A leitura e a escrita são de extrema importância para a aprendizagem dos nossos alunos, a todo momento temos que considerá-las no processo de ensino e aprendizagem da matemática.

quarta-feira, 5 de junho de 2013

Depoimentos sobre experiências com a palavra escrita

    

     A comunicação como essência
     (por Yusi Pavani)

     Se um dia, por qualquer motivo, a educação vier a falir definitivamente e somente duas disciplinas puderem ser lecionadas nas escolas, terão que ser português e matemática. Isso se deve ao fato de qualquer pessoa precisar, no mínimo, ler e escrever corretamente podendo se comunicar, e calcular o essencial na vida e os problemas do dia a dia, como uma compra de mercado, ou uma dívida bancária, ou juros de um financiamento.

     No entanto, se a falência fosse a ponto de apenas uma disciplina ser mantida nas salas de aulas, essa deveria ser a língua portuguesa. Esse pensamento imparcial deixa de lado minha formação e prática docência na área da matemática, afinal, o essencial ao ser humano que vive em sociedade é a comunicação.
    
     A leitura e a escrita são a essência da comunicação e a comunicação é essência do ser humano.

terça-feira, 4 de junho de 2013

Os criadores do blog

SANDRA CRISTINA BORSSATTO PARAZZIJundiaí-SP



SEBASTIAO GOMES DE MATOS FILHO
Sou Sebastião professor de Matemática de Campo limpo Paulista, leciono a 6 anos, atualmente estou na escola E. E.Frei Dagoberto Romag, sou casado, adoro Matemática e espero contribuir positivamente.


SILVANA BRUNINI
Sou professora de matematica na rede pública a 24 anos, sendo 20 anos na mesma escola, Ana Paes. Sou formada pela PUCC, com especialização em educação matematica tambem pela PUCC. Tenho curso de pedagogia com habilitação em direção escolar e supervisão de escola.



VILMA AMORIM ANTONIO Jundiaí-SP

Sou professora na rede estadual de ensino a 27 anos Ensino Fundamental e Médio - em matemática e a 06 anos no Serviço Social da Industria -SESI. Ensino Fundamental - matemática e Ensino Médio em Física e no Tele curso (EAD- Médio) - Ciências Humanas. Ufa!!! cansei.  
Sou casada, tenho duas filhas, uma universitária e outra cursando o ensino médio. Agradeço a Deus todos os dias pois sou uma pessoa privilegiada de poder trabalhar exatamente no que mais gosto de fazer, ensinar.
Ah! estou a espera da aposentadoria, mas não tenho idade para tal. 


YUSI YURIE HAYASHIDA PAVANI Jundiaí-SP

Sou de Indaiatuba, onde lecionei por 12 anos, e estou em Jundiaí pelo art. 22, na espera da remoção. Apesar de pouco tempo em minha nova escola, a E.E. Prof. Orozimbo Sóstena já se tornou especial para mim. Nossa casa é onde somos bem recebidos e nos sentimos queridos, sendo parte efetiva do grupo.

Boas Vindas!!!

Sejam bem vindos amigos, amantes da matemática, simpatizantes ou meros curiosos.


Este blog foi criado como exercício do curso de formação de professores Melhor Gestão Melhor Ensino promovido pela Secretaria de Educação do Governo do Estado de São Paulo.

Nós, criadores desse blog, somos professores de matemática do ciclo II da rede estadual, e pretendemos divulgar algumas de nossas experiências diárias em sala de aula, bem como objetos de trabalho do foco principal do curso: competência leitora e escritora.

Agradecemos sua visita e fiquem à vontade para participações.